Qual é o custo real — e invisível — da menopausa na sua organização?
Mais de 1 milhão de mulheres em Portugal atravessam a menopausa — muitas em plena fase de maior responsabilidade profissional.
Apesar disso, continua a ser um tema pouco reconhecido nas estratégias de bem-estar organizacional.
Está a perder talento sénior feminino — e provavelmente nem sabe.
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O que significa este valor?
Este resultado representa uma estimativa baseada em dados populacionais sobre a prevalência de sintomas da menopausa e o seu impacto no desempenho laboral:
Sintomas como insónia, “nevoeiro mental”, alterações de humor ou cansaço persistente são comuns nesta fase e podem interferir diretamente com a performance profissional.
Porque importa?
Sem reconhecimento e apoio estruturado, estes fatores acumulam-se de forma silenciosa — com impacto direto nos custos e indireto na cultura organizacional, engagement e retenção:
Nota: Esta calculadora não substitui uma avaliação organizacional detalhada.
Os resultados devem ser interpretados como um ponto de partida para análise estratégica e tomada de decisão informada.
As organizações mais avançadas já estão a agir
Em Portugal, empresas como a Team Lewis começaram a implementar políticas concretas — com ajustes no ambiente de trabalho, flexibilidade e sensibilização interna.
Algumas empresas com presença em Portugal, como a Vodafone, a Diageo e a Nestlé, já implementaram políticas de menopausa a nível global. Embora essas iniciativas ainda não estejam totalmente integradas nas operações portuguesas, acabam por criar uma pressão interna crescente. À medida que o tema ganha visibilidade, é expectável que as equipas em Portugal comecem a exigir o mesmo nível de suporte e alinhamento com as boas práticas já existentes noutras geografias.
A nível internacional, os resultados são claros:
Isto não é um tema de bem-estar!
É gestão de risco, retenção de talento e performance organizacional.
As empresas que ignoram… perdem talento.
As que atuam… ganham vantagem competitiva.
O próximo passo não é mais informação - é uma estratégia ajustada à sua organização
Cada organização tem um perfil de risco e contexto diferentes.
Numa conversa exploratória, analisamos este impacto na realidade específica da sua empresa e identificamos oportunidades concretas de intervenção — com foco em resultados mensuráveis ao nível da produtividade, retenção e bem-estar.
INFORMAÇÃO CLARA, SEM COMPLICAÇÕES
RESPONDEMOS ÀS DÚVIDAS MAIS COMUNS
Como é calculado o impacto?
A estimativa baseia-se em dados epidemiológicos sobre a prevalência de sintomas da menopausa e em estudos que avaliam o impacto destes sintomas na produtividade, absentismo e retenção no contexto laboral.
Este valor é exato?
Não. Trata-se de uma estimativa inicial.
O impacto real pode variar consoante fatores como:
A quem se aplica esta análise?
A organizações com colaboradoras em idade de perimenopausa e menopausa — tipicamente entre os 40 e os 60 anos.
É particularmente relevante em setores com elevada presença feminina ou funções de elevada responsabilidade.
Porque é que isto é relevante para a estratégia de RH e liderança?
Porque impacta diretamente métricas críticas como:
Cada vez mais, estas áreas fazem parte das prioridades estratégicas das organizações.
O que podem as empresas fazer na prática?
As intervenções podem variar em complexidade:
Muitas destas medidas têm baixo custo e impacto significativo quando bem implementadas.
Isto implica investimentos elevados?
Nem sempre.
Grande parte das intervenções iniciais são acessíveis e podem gerar retorno significativo ao nível da produtividade e retenção.
Como posso aprofundar esta análise?
Através de uma conversa exploratória, onde analisamos os dados da sua organização e identificamos oportunidades específicas de intervenção..
Luísa Santos
Luísa Santos é farmacêutica especializada em saúde hormonal feminina, com mais de 20 anos de experiência na área da saúde, nomeadamente nas áreas da ginecologia e dermatologia.
É autora do livro “Meno… quê?”, onde traduz a evidência científica sobre menopausa em estratégias práticas de melhoria da qualidade de vida, e criadora do método MenoStart, uma abordagem integrada focada na gestão de sintomas, estilo de vida e bem-estar feminino.
Ao longo do seu percurso, tem vindo a afirmar-se como uma das vozes de referência na área da menopausa em Portugal, com presença em televisão, podcasts e iniciativas de literacia em saúde.
É também criadora do programa Menopause Inclusive Workplace, uma abordagem estruturada que apoia organizações na integração da menopausa nas suas estratégias de bem-estar, diversidade e inclusão.
Este programa inclui um selo de certificação, que reconhece empresas comprometidas com a criação de ambientes de trabalho mais informados, inclusivos e sustentáveis para mulheres nesta fase da vida.
Atualmente, trabalha com organizações e profissionais de saúde no desenvolvimento de soluções baseadas em evidência, ajudando empresas a transformar o impacto da menopausa — frequentemente invisível — num eixo estratégico de retenção, produtividade e cultura organizacional.

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